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"Êta cafezinho bom!"

Muito bom… bom demais! Tietagem à parte – até porque nem todo mundo aprecia essa bebida – , tem coisa melhor do que tomar um cafezinho com "notas" de nectarina, pêssego, ameixa e papaia?! Por mais estranho que pareça, é essa mistura de sabores e aromas que podemos degustar no Café Orgânico Rubens. E para quem ainda não conhece, já vamos contar tudinho sobre a parceria que garante aos alunos e visitantes do Ateliê Labriola essa experiência sensorial maravilhosa.



Tudo começou em 1992, quando Rubens Perrone, apaixonado por agronomia, adquiriu o sítio Córrego que Ronca, em Andradas, Minas Gerais. Já havia uma plantação de café na terra, e ele foi cuidando dela da forma mais natural possível. Entre 2000 e 2017, a área não sofreu nenhuma intervenção e isso fez com que os pés de café se integrassem às plantas locais, preservando ainda mais suas características. De lá para cá, Rubens voltou-se exclusivamente à sua pequena produção, preparando-se também para estrear no mercado dos orgânicos.



Tem sido um trabalho suado, e sua marca é uma representação legítima dessa dedicação: tudo feito de maneira artesanalmente especial, com o maior cuidado e precisão. Primeiro, a terra é adequada e os pés de café são saudáveis, já que nunca receberam agrotóxicos. Segundo, a colheita é seletiva, isto é, a derriça – extração dos frutos – tem como alvo apenas os grãos maduros, o que reduz a mistura de sabores. A secagem do café em terreiros suspensos também é um dos fatores positivos, preservando a integridade dos grãos e se beneficiando muito mais do vento do que da alta temperatura causada pelo contato com o solo. E, para completar, o ensacamento em embalagens especiais conserva eficientemente a qualidade do pó e/ou do grão. No conjunto da obra, embora quem faça a festa sejam os já aficionados pela bebida, o Café Orgânico Rubens acaba convertendo também os meros simpatizantes. “Êta” que o café é bom mesmo!



Melhor ainda é o fato de o Rubens fazer parte do ciclo de amigos dos Labriolas. Então, conversa vai, conversa vem – sempre acompanhada de uma boa xícara de café, diga-se de passagem –, eles resolveram estabelecer uma parceria genial. Por conta disso, os intervalos de aula ganharam um upgrade delicioso, e quem experimenta e gosta do cafezinho servido ainda pode adquirir seu pacotinho e levar essa maravilha para casa.


A moda do café especial, ou como também se chama por aí: café gourmetizado, impulsionou o setor. Cada vez mais pessoas se rendem à experiência de beber um café com boa nota, como é o caso do Café Orgânico Rubens, que já chegou a obter 89 pontos em uma escala que vai até 100. O café é sistematicamente testado para garantir a certificação do Instituto Biodinâmico de Desenvolvimento Rural – certificadora brasileira de produtos orgânicos com acreditação internacional – e também para definir sua categoria de acordo com a roda de sabores e aromas da SCA – Specialty Coffee Association –, uma associação internacional de profissionais do mundo do café. Ou seja, não é por acaso que o Rubens trata seu café como joia!


Verdade seja dita: que o cafezinho faz parte da cultura de muitos países, nós já sabemos. Porém, aqui no Brasil, ele teve impacto decisivo também na nossa economia. Somos respeitáveis produtores, exportadores e consumidores de café. E, brincadeiras de lado, podemos até dizer que o café tem mesmo status de joia. Sem exagero! Enquanto um par de alianças simples de ouro amarelo pode variar entre 2 e 4 mil reais, há cafés que chegam a custar 14 mil reais o quilo.


Sem dúvida, a parceria dos Labriolas com o Rubens agregou sabor e encantou todo mundo. Se o cantinho do café já era um lugar festivo, agora ficou ainda melhor. E o convite permanece sempre aberto: caso você ainda não conheça nosso Ateliê, acabamos de apresentar um motivo a mais para a sua visita. Até breve!



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